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Qual o Impacto da Indústria 4.0?

7/10/2018

  A indústria 4.0 prevê uma mudança exponencial na manufatura dos países que optam por essa metodologia. Saiba como o mundo está se transformando e em que patamar o Brasil está.

 

 

A 4ª Revolução Industrial é recente, seus conceitos foram sintetizados a partir de 2011, e pode ser considerada a maior revolução tecnológica desde a invenção das máquinas a vapor. O problema é que ainda existem muitas dúvidas sobre o que realmente é a Indústria 4.0.

 

Podemos começar afirmando que a automação é o uso de máquinas auxiliando todo o processo e controle de produção. Já a Indústria 4.0 é uma alteração completa do modelo de produção em todos os níveis, tanto em recursos humanos, quanto em processos e tecnologias utilizadas.

 

A indústria 4.0 utiliza  tecnologia exponencial, inteligência artificial, orientação a serviços, big data, virtualização, descentralização e modelagem, tudo em tempo real. É uma mudança de estrutura completa da produção.

 

O maior percentual de demanda global de máquinas para automação industrial (60%) se concentra na Ásia. Europa e América do Norte aparecem em segundo e terceiro lugar. Ou seja, grande parte do mundo ainda está no modo descrito como 3ª Revolução Industrial, iniciada nos anos 70.

 

Existem problemas estruturais quando a fábrica não possui uma forte comunicação interna, quando as decisões são sempre julgadas por mesas diretoras com alta burocracia, quando problemas ocorrem no meio da linha de produção e é difícil determinar onde e como solucionar o erro, por isso a simples automação não resolve.

 

É aí que entra a nova revolução industrial, propondo uma nova forma de manufatura: a indústria inteligente. Uma fábrica que possa prever demandas, moldar a produção, visualizar todo o processo e criar novas estratégias de consumo. Essa é a Indústria 4.0.

 

Países que investem na indústria 4.0

 

O governo alemão foi o primeiro país a solicitar um projeto baseado na Indústria 4.0, em 2011. Empresas nos Estados Unidos e na Ásia também estão se adaptando rapidamente para fazer parte dessa revolução. A China possui alta velocidade de produção e baixo custo, mas ainda enfrenta o desafio de trocar a mão de obra super barata por investimentos em novas tecnologias.

 

O Brasil ainda está longe de ter fábricas inteligentes espalhadas pelo país, mas é possível pular a etapa da automação e ir direto para a era da Indústria 4.0.

 

Especialistas acreditam que o Brasil tem todas as ferramentas necessárias para essa transformação tecnológica: mão de obra qualificada, soluções de softwares, indústria de base e um setor de inovação consistente. Falta iniciativas públicas e privadas para começar a reestruturar o setor para a era das fábricas inteligentes.

 

Impactos da Indústria 4.0

 

O primeiro impacto será a questão de segurança virtual. Será necessário um amplo planejamento para isto. Especialistas na área, novas linguagens e a evolução da criptografia são alguns pontos que podem fomentar o mercado de TI.

 

 

Outro impacto será o uso da metodologia de modelagem, que proporciona maior poder de decisão dentro da infraestrutura corporativa, em qualquer escala de produção.

 

A transformação da Indústria 4.0 também está presente na mudança do perfil dos gestores. Aumentará a exigência de habilidades tais como criatividade, resiliência, empatia, liderança e conhecimento tecnológico. As equipes precisarão colaborar uns com os outros e a competição será dificultada com a diferença de expertises em um mesmo time. A coletividade e a consciência colaborativa serão alguns dos itens necessários para o primeiro impacto social dessa nova indústria.

 

Com a virtualização e o uso de tecnologias exponenciais, como Big Data e inteligência artificial em tempo real, C levels também precisarão de novas skills. Velocidade de mudança estratégica, adaptabilidade e transformação digital exigem um direcionamento constante, mas consistente.

 

Assim também será com a indústria tecnológica de base. Será necessário criar toda uma sustentação para as demandas de sistemas de produção ciber-físicos (CPPS – cyber-physical production systems), em que os limites entre o físico e o virtual serão cada vez menores.

 

Os planejamentos estratégicos das indústrias seguirão novas tendências sociais de coletividade e uso consciente de produtos. O mercado será favorecido com produtos disponíveis e customizados com maior velocidade e on demand.

 

O impacto financeiro contará com novas formas de consumo inteligente, com maior consciência e menor desperdício. Também surgirão novas moedas, novas projeções de investimentos, novos mercados.

 

 

 

 

 

 

 

 

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